Agenda: CNA pede regulamentação de agroquímicos para madeira

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30/09/2013

Atenta às oportunidades que o mercado internacional  abre para a madeira, a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) anunciou que defende a regulamentação do uso de produtos destinados ao tratamento fitossanitário com fins quarentenários. Esta é uma exigência dos importadores de madeira em tora e, segundo a entidade, só a regulamentação pode abrir novos mercados para o Brasil. O Pinus sp., o Eucalypus sp. e a Tectona grandis são as principais culturas plantadas no Brasil destinadas à produção de madeira em tora para exportação.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou por dois anos, em caráter emergencial, o uso de agroquímico à base de fosfina (fosfeto de alumínio) em madeira para exportação. Tudo indica que medida, publicada no Diário Oficial da União no dia 23 de setembro, beneficiará principalmente os pequenos e médios silvicultores do sul do País, por conta da proximidade dos portos de Santa Catarina (Itajaí, Navegantes, Itapoá e São Francisco do Sul) e do Rio Grande do Sul (Rio Grande).

Segundo matéria produzida pelo portal Capital News, o Brasil tem potencial para atender à demanda mundial de madeira em tora, cujos volumes podem superar 50 mil toneladas mensais. “A China é o maior importador e a proteção fitossanitária do produto embarcado não apenas atende a uma exigência dos chineses como garante a qualidade do produto brasileiro até o desembarque”, destaca matéria.

Hoje, a demanda da China é da ordem de 22 milhões de toneladas/ano, que correspondem a US$ 3 bilhões importados. Com a expansão estrutural da área rural chinesa, no entanto, a estimativa é de que a demanda creça 10% ao ano ao longo de dez anos.

Fonte: Celulose Online, com informações Capital News